O Livro "O que são Profecias"

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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Escala Torino e Panspermia


(clique nas imagens para amplia-las)






A Escala Torino foi criada pelo professor Richard P. Binzel do Departamento de Terra, Atmosfera e Ciências Planetárias, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

A primeira versão, chamada de "Índice de Risco de objeto Próximo a Terra", foi apresentada em uma conferência da ONU, em 1995.

Uma versão revisada do "Índice de Risco" foi apresentada na Conferência Internacional sobre NEOs, realizada em Turim (Torino), na Itália, em junho de 1999.

Os participantes da conferência votaram pela adoção da versão revisada, que foi renomeada de "Escala Torino", e reconheceram a necessidade da cooperação internacional, frente o perigo que se apresenta através dos NEOs.

NEO é o acrônimo do inglês "Near-Earth Object" (Objeto Próximo a Terra), termo usado para definir asteróides, meteoritos e cometas, cuja a órbita entra em algum momento, em interseção com a órbita da Terra. Quando ocorrem estas interseções, as chances de colisões, podem ser reais.

Temos exemplos bem conhecidos e contemporâneos, como em Tugunska na Rússia, no Amazonas, em Atalaia do Norte, ou mais recentemente, em Paraíso do Tocantins, em Tocantins.


Localização do chamado "Evento Curuça", em Atalaia do Norte (AM)



Existe outra escala de medição baseada nesta, e com a mesma finalidade. É mais precisa, e recebe o nome de Escala Palermo.



A Escala Torino vai de Zero a Dez, dividida em CINCO graus de periculosidade :


                                                 ZERO - Eventos sem importância

                                                 UM - merecem monitoramento

                                                 DOIS/TRÊS/QUATRO - merecem monitoramento Cuidadoso

                                                 CINCO/SEIS/SETE - Eventos Ameaçadores

                                                 OITO/NOVE/DEZ - Colisão certa








Com 10 graduações :


GRAU ZERO - Sem chances de colisão. Tb se refere a qualquer colisão espacial que dificilmente atravessaria a atmosfera e colidiria com o solo.

GRAU UM - Chances de colisão improváveis.

GRAU DOIS - Passagem próxima mas as chances de colisão são improváveis. Não é muito raro de acontecer.

GRAU TRÊS - Passagem próxima com chance de 1 % ou mais de colisão capaz de causar destruição local.

GRAU QUATRO - Passagem próxima com chance de 1 % ou mais de colisão capaz de causar devastação regional.

GRAU CINCO - Passagem próxima com ameaça de colisão capaz de causar devastação regional.

GRAU SEIS - Passagem próxima com ameaça de colisão capaz de causar destruição global.

GRAU SETE - Passagem próxima com grande possibilidade de impacto em proporções catastróficas.

GRAU OITO - Colisão certa capaz de provocar destruição local. Acontece uma vez a cada 100 ou 1.000 anos.

GRAU NOVE - Colisão certa capaz de provocar destruição regional. Acontece uma vez a cada 1.000 ou 100.000 anos.

GRAU DEZ - Colisão certa capaz de provocar alterações climáticas globais. Acontece uma vez a cada 100.000 anos.





Na Escala de Torino, o que se encontram são previsões e não resultados efetivos de um evento. Portanto é uma escala em que algumas das variáveis aplicadas, são subjetivas e sujeitas a mudanças, de acordo com a coleta de novas informações sobre o objeto em estudo, e sobre a mecanica de sua trajetória. 

Um objeto é numerado na Escala de Torino, em função da sua probabilidade de colisão, conhecimento este que avança na medida do tempo, e também de sua energia cinética, proporcional à massa do corpo e velocidade do mesmo. 
Apophis



Atualmente existe o Near-Earth Object Program, criado e mantido pela Nasa, com observadores e observatórios em todo o Mundo, Brasil inclusive, e que visa catalogar e monitorar os “objetos próximos a Terra”.

São mais de 5200 objetos catalogados, com tamanho de 1 Km ou mais. Ao todo são quase 20 mil objetos de porte médio próximos a Terra, e quase mil de porte grande.

Clique aqui para ver os Diagramas Orbitais, ou aqui para ver a Tabela atual de Riscos, segundo o programa Near-Eatrh Object.


Choque de Jupiter com o cometa Schoemaker-Levy 9 , em 1994
Cada explosão destas, acabaria com a vida na Terra


Um Neo não exerce influencia magnética significativa sobre nosso Mundo, mas dependendo da composição, ângulo de entrada e dimensões do objeto, a colisão com um destes, produziria ondas de choque que varreriam o manto terrestre, gerando terremotos por todo a crostra, e criando um imenso vulcanismo.

Imagine-se ao jogar uma pedra em um lago, não produziria ondulações ?

O choque com um NEO de proporções razoáveis poderia fazer o mesmo com o nosso manto, fazendo balançar o que estiver flutuando nele, ou seja, os continentes.

Proporcionalmente, a Crostra terrestre é mais fina do 
que a casca de um ovo



Isso sem falar na gigantesca camada de detritos que seria lançada na atmosfera terrestre, caso o objeto tenha seu impacto em terra firme. Caso caia em um dos oceanos, imensos tsunamis com ondas de velocidade quase supersônica, de centenas de metros de altura, seriam formadas.




E este evento também teria o potencial de criar uma “Mudança Polar”, evento o qual a crostra gira sobre o manto, fazendo com que as posições relativas de continentes sejam mudadas. Então e em relativas poucas horas, o Alasca poderia estar em uma zona tropical, e a África em uma zona polar.

A soma de todos os efeitos somados, por si só devastadores, também poderiam alterar o torque de rotação do planeta, trazendo ainda mais problemas, alterando seu Eixo imaginário e promovendo aVerticalização.

O torque pode ser entendido com a própria inércia da interação do manto e núcleo, ou seja, as correntes de material fundido circulando entre si, formam uma força manifestada no movimento giratório de toda esta interação. Isso é o torque, que gera o campo magnético da Terra e faz com que ela gire, sendo a inercia a manutenção deste movimento, caso nada o interrompa.

Vênus, o nosso vizinho cósmico, é o único planeta do sistema solar que gira “ao contrário”, e uma das teorias mais aceitas sobre o motivo, versa sobre o choque com um objeto que teria feito o planeta girar como um pião, e mudando para sempre a orientação de sua rotação.

Marte, nosso outro vizinho e que já teve, segundo evidências, um meio ambiente propício a vida como conhecemos, possui a maior cratera de impacto do sistema solar, e este choque foi determinante para a condição atual do planeta.

Concepção do o que deve ter ocorrido no passado remoto



A mancha amarela abaixo, é a maior cratera de impacto do Sistema Solar,  
a cratera tem uma forma elíptica de 10.000 km de extensão 
e fica na região marciana de Tharsis.  
Uma equipe do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech) calculou, 
graças a simulações, que o asteróide teria entre 1.600 e 2.700 km de diâmetro.





Outro corpo celeste que sofreu um forte impacto foi Urano, que possui um eixo imaginário com fortíssima inclinação, resultado de pelo menos um grande impacto com outro objeto celeste.


Rotação de Urano




Missões espaciais como a Deep Impact e o Wise,  contribuem para a coleta de mais dados sobre os NEOs, e fornecem informações para a criação de eventuais e futuras intervenções, visando evitar que um destes objetos de tamanho signficativo, caia sobre nossas cabeças e extermine a vida humana, como ocorrido em pelo menos 4 das 5 grandes extinções do planeta Terra.











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A Panspermia

(Acréscimo de texto sobre Panspermia, feito em Agosto/2013, 
baseado no tópico Panspermia de 2008 da Comunidade Profecias)


Panspermia é a teoria que defende que as primeiras moléculas básicas para a vida na Terra, vieram do espaço trazidos pelo choque de pequenos corpos celestes, como meteoros e cometas.

O conceito básico é muito antigo, remontando a idéias de Anaxágoras na Grécia do Século V a.c., mas o conceito moderno é atribuido ao cientista alemão Hermann Von Helmholtz, que em 1879 teorizou sobre a "Panspermia cósmica", afirmando que as "sementes de vida" são prevalentes em todo o Universo e que a vida na Terra começou quando uma dessas sementes aqui chegou, tendo-se propagado. A panspermia tanto poderia ser interestelar como interplanetária, e eram citadas as hipóteses dos cosmozoários, o transporte de germes por meteoritos e cometas.

Dr. Hermann Von Helmholtz


Além da natural resistência religiosa e filosófica, a teoria foi posta em descrédito devido a idéia da impossibilidade da manutenção da integridade estrutural de componentes vivos e mesmo orgânicos no espaço.

Em 1929, o astrônomo Harlow Shapley, da Universidade Harvard, afirmou: "Nós,  seres orgânicos que nos descrevemos como humanos, somos feitos da mesma matéria que as estrelas".
Foi uma observação surpreendente, considerando que, na época, ninguém nem sequer  sabia o que fazia as estrelas brilharem. 

Trinta anos ainda se passariam até Geoffrey e Margaret Burbidge, William Fowler e Fred Hoyle, em artigo que se tornaria clássico, demonstrarem que os átomos que nos compõem não apenas são os mesmos que os das estrelas: a maioria deles foi, na verdade, produzida em estrelas. Começando pelos primordiais hidrogênio e hélio, elementos mais densos como ferro, oxigênio, carbono e nitrogênio foram  gerados numa série de reações termonucleares e então espalhados pelo espaço quando essas estrelas morreram e explodiram como supernovas, num frenesi termonuclear final.

Em Junho de 2008,  cientistas europeus e norte-americanos confirmaram pela primeira vez que um importante componente genético primitivo, encontrado em fragmentos de um meteorito, é de origem extraterrestre. O paper (trabalho científico) foi publicado no dia 15 de junho de 2008 no Earth and Planetary Science Letter e sugere que parte do rol de materiais que constituíram as primeiras moléculas de DNA e RNA veio realmente das estrelas. 

Os materiais descobertos incluem moléculas de uracil e xanthine, que são precursoras das moléculas que compõe o DNA e RNA, conhecidas como nucleobases. Os materiais foram encontrados em fragmentos de rocha do Meteorito de Murchison, que caiu na Austrália em 1969. 

Durante as pesquisas os cientistas testaram os fragmentos para determinar se as moléculas eram de fato extraterrestres ou se eram resultado de contaminação com material local, ocorrido no momento da chegada à Terra. As análises mostraram que os nucleobases continham uma forma de carbono mais duro e que somente poderia ter se formado fora da Terra, já que os compostos de carbono formados na Terra consistem em uma variedade mais leve. 

Os trabalhos foram liderados pela cientista Zita Martins, ligada ao Departamento de Engenharia e Ciências da Terra do Colégio Imperial de Londres, em conjunto com Mark Sephton, da mesma instituição. "Acreditamos que as formas iniciais de vida na Terra tenham adotado os nucleobases, provenientes de meteoritos, na codificação genética. Isso permitiu que suas características fossem passadas com sucesso para as gerações seguintes", disse Martins. 

Entre 3.8 e 4.5 bilhões de anos atrás, muitas rochas similares ao Meteorito de Murchison caíram na Terra, ao mesmo tempo em que as primitivas formas de vida ainda estavam se formando. Segundo o estudo, o intenso bombardeio de meteoros teria trazido grandes quantidades de material não somente à superfície da Terra, mas também em outros planetas como Marte, por exemplo. 

Sephton acredita que a pesquisa é um importante passo para a compreensão de como a vida inicial pode ter evoluído. "Como os meteoritos representam o material restante da formação do Sistema Solar, os componentes chaves para vida, incluindo os nucleobases, podem ter se propagado por todo o cosmos. À medida que mais elementos forem descobertos nos objetos vindos do espaço, melhor será a compreensão do início da vida", disse Sephton.

Em Outubro de 2001, astrônomos da Universidade de Hong Kong encontraram compostos orgânicos de complexidade inesperada fora da Terra e em várias partes do Universo, em um estudo científico publicado na revista Nature. A descoberta sugere que esse tipo de composto não é exclusividade das formas de vida, mas pode ser criado espontaneamente por estrelas. 

A pesquisa também demonstrou que as substâncias complexas, além de estarem sendo produzidas por estrelas e galáxias, também estão sendo produzidas no espaço interestelar - o espaço "vazio" entre as estrelas.


Essa "poeira estelar" de compostos orgânicos complexos é similar em estrutura aos compostos orgânicos encontrados em meteoritos. Segundo o estudo, as evidências comprova a ideia de que as estrelas foram verdadeiras "fábricas" de compostos orgânicos no início do sistema solar.

Recentemente pesquisadores da Nasa já haviam encontrado evidências em meteoritos da formação espontânea no espaço de alguns dos elementos que formam o DNA - através de uma reação não-biológica. 

A pesquisa, que analisou elementos rochosos vindos do espaço e comprovou que elementos orgânicos complexos, como os nucleotídeos, vieram do espaço, ajuda a sustentar a teoria de que o "kit" para a criação da vida da Terra veio pronto do espaço, entregue por colisões da Terra com cometas e asteroides.

Por fim, em Agosto de 2013 foi apresentada a teoria de que a vida na Terra teve origem em Marte, e o choque com um objeto celeste trouxe para a Terra os elementos orgânicos básicos para o surgimento da vida, comentamos sobre este choque mais acima neste texto, e esta notícia é a que motivou este acréscimo tardio sobre Panspermia, já que falar em choque com NEOs representa também a possibilidade do florescimento da vida nos multiplos Mundos propícios ao surgimento dela, não trata apenas de destruição ou aniquilação.

O conceito da Panspermia não tem nenhuma relação com qualquer Doutrina ou Religião, é algo puramente científico e que traz uma série de idéias derivadas de sua comprovação, que possivelmente iriam contradizer variadas Doutrinas e Religiões.

A principal delas é a mais óbvia, ou seja, a analogia de meteoros e cometas como sementes ou gametas, e a vida como processo contínuo não restrita a Terra. Se estes corpos celestes existem por todo o Universo e se chocam com outros de forma recorrente; se houverem as condições favoráveis a vida nestes locais, a vida vai florescer. 

Como se trata de um processo ininterrupto no Universo, então já aconteceu, está acontecendo e tornará a acontecer. 



Neste ponto eu chamo a atenção para a confluência entre o que diz a análise sobre Exoteologia - Kardecismo, e o que a admissão da Panspermia demonstra como consequência lógica : que a vida é um processo contínuo e que o Universo fervilha de vida.







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A Resposta?

(Acréscimo de texto feito em Novembro/2013)




Em Março último, eu publiquei em alguns espaços, mas primeiramente na Comunidade Profecias do Orkut, sobre o evidente AUMENTO do nivel de informação e de preocupação com os NEOs. Como venho acompanhando isso há mais de uma década, percebo com clareza a mudança de algo que era "fantasia", para algo que está em nosso cotidiano planetário.




"E os NEOs?

Aos poucos o tema vem sendo divulgado publicamente, eu acompanhei este processo todo, mas então era um ou outro q esporadicamente passava proximo a nós.

Mas parece agora q há um "enxame" deles "tirando tinta" da Terra.

Sei os numeros, são milhares deles, mas a PERIODICIDADE com q vem se aproximando parece estar menor.


Mas se a preocupação já havia pela própria existência da Escala Torino e do "NEO Program" da Nasa, q atua em conjunto com outras agencias e instituições, a partir da missão Deep Impact até a atual missão da ESA, q visa testar um dispositivo para mudança de trajetória destes objetos, ela agora "salta os olhos".

Não estão mais estudando, estão APLICANDO, tudo em um curtíssimo espaço de tempo, se pararmos para refletir.

A Escala Torino foi instituida por volta de 1998.

A deep impact realizou sua missão apenas 7 anos depois, e em menos de 8 anos, já estamos realizando testes para desvia-los.

Pq tanta rapidez e preocupação?"

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É provável que a resposta pergunta feita em março/2013, seja esta publicada em Novembro/2013.



"A probabilidade de um asteroide bater na Terra é maior do que se pensava previamente, e poderia acontecer a cada três ou quatro décadas, de acordo com um estudo publicado na revista Science.
Esta pesquisa aconteceu como consequência do impacto ocorrido na cidade russa de Chelyabinsk, perto dos montes Urais, de um asteroide de 20 metros de diâmetro em fevereiro passado e que surpreendeu por sua incomum potência ao destroçar vidros a mais de 30 quilômetros em torno e provocar milhares de feridos.
Na época, os especialistas assinalaram que se tratava de um raro evento astronômico que acontecia a cada 100 ou 200 anos, e citaram que o último caso semelhante tinha acorrido em 1908.
“A imprevista chegada do meteorito e a violência do impacto foi uma chamada de atenção”, afirmou Qing-Zhu Yin, um dos autores do relatório e astrônomo da Universidade da Califórnia (EUA).
De fato, os resultados do incidente de fevereiro fizeram os cálculos serem reajustados, e a probabilidade do impacto está agora em cada três ou quatro décadas.
Além disso, a comunidade científica retificou o tamanho do asteroide necessário para provocar um dano significativo. Até agora, o grande perigo de um impacto era de meteoritos com um quilômetro de diâmetro.
“Agora sabemos que devemos nos preocupar inclusive com aqueles de apenas alguns metros de tamanho”, disse Qing-Zhu Yin.
A tecnologia rastreou as trajetórias dos meteoritos de um quilômetro de diâmetro. Não se prevê que nenhum deles cruze a órbita da Terra no futuro.
Um comitê da ONU vem estudando a questão recentemente e fez duas recomendações: por um lado, estabelecer uma Rede de Alerta Internacional de Asteroides e, por outro, pedir às diversas agências aeroespaciais para criar um grupo assessor para estudar tecnologias possíveis para desviá-los. "









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quinta-feira, 7 de junho de 2007

Inversão Magnética e Verticalização do Eixo Imaginário


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"A segunda vinda de Jesus Cristo

Para que vos lembreis das palavras que dantes foram ditas pelos santos profetas, e do mandamento do Senhor e Salvador, dado mediante os vossos apóstolos; sabendo primeiro isto, que nos últimos dias virão escarnecedores com zombaria andando segundo as suas próprias concupiscências, e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. 
... mas os céus e a terra de agora, pela mesma palavra, têm sido guardados para o fogo, sendo reservados para o dia do juízo e da perdição dos homens ímpios. Mas vós, amados, não ignoreis uma coisa: que um dia para o Senhor é como mil anos, e mil anos como um dia.O Senhor não retarda a sua promessa, ainda que alguns a têm por tardia; porém é longânimo para convosco, não querendo que ninguém se perca, senão que todos venham a arrepender-se.
Virá, pois, como ladrão o dia do Senhor, no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se dissolverão, e a terra, e as obras que nela há, serão descobertas. Ora, uma vez que todas estas coisas hão de ser assim dissolvidas, que pessoas não deveis ser em santidade e piedade, aguardando, e desejando ardentemente a vinda do dia de Deus, em que os céus, em fogo se dissolverão, e os elementos, ardendo, se fundirão?"


(2Pedro 3:2-4 / 7-12)




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M U I T O       I M P O R T A N T E 




As informações a seguir NÃO REFLETEM adequadamente os aspectos Religiosos, Morais e Proféticos da Segunda vinda de Jesus, mas buscam explicar a pálida luz de nossa ciência, como alguns eventos cientificamente aceitos poderiam se encaixar nas mudanças geofísicas profetizadas.



Portanto não são explicações que abrangem a totalidade da questão, mas apenas um de seus aspectos.


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INVERSÃO magnética é algo natural e cíclico, podendo ser parcial ou total. Há 100 anos a ciência reconhece que vem havendo alteração no campo magnético da Terra e vem registrando o fato. A ciência entende que a última inversão total ocorreu em torno de 700 mil anos atrás. Flutuações e variações no campo magnético são absolutamente normais.

Sobre isso, se houvesse uma INVERSÃO TOTAL, traria diversos inconvenientes tecnológicos mas não afetaria a estrutura física da vida humana. As cidades permaneceriam intactas. Os efeitos seriam indiretos; correntes marinhas se alterariam e com isso o clima se alteraria, também por causa das mudanças na ionosfera. Animais que migram ou se orientam pelo campo magnético seriam afetados e muitas espécies de animais e plantas acabariam extintas.

O HOMEM sofreria as conseqüências disso, afetado pelas mudanças climáticas, notadamente na questão da produção de alimentos e na ocorrência de fenômenos naturais em locais em que estes eventos não ocorrem atualmente ou por sua intensificação em regiões de atual ocorrência (furações, secas, chuvas em excesso, etc..).

Haveria também problemas na questão do comércio global e comunicações. Navios, aviões, satélites, telefones, TV, rádio, tudo seria afetado.

Pode-se antever um colapso econômico global decorrente disso, o que por sua vez traria suas próprias conseqüências, como o desemprego, aumento da miséria, aumento das tensões sociais, violência, criminalidade e mesmo guerras.


de 1600 (Modelos) a 2000



Variação do Polo NORTE Magnético, ao longo deste Século.



Variação com projeção até 2050.




Variação do Polo SUL Magnético, ao longo deste Século






Sobre a VERTICALIZAÇÃO

É um processo ao qual a inclinação do Eixo imaginário sofreria mudanças e isso teria conseqüências dramáticas e IMEDIATAS.

Seria como uma IMENSA sacudida; os mares se agitariam e tomariam terras secas, também fazendo emergir terras submersas. A crosta tremeria sobre o Manto e tudo sairia do lugar. Toda a infra-estrutura de nossa civilização poderia desaparecer em minutos.

Além disso, é a inclinação terrestre atual que mantém os ciclos de estações aos quais variadas formas de vida adaptaram-se. Então se a inclinação for alterada, levemente que seja, todo o ciclo climático será alterado e as conseqüências decorrentes atingiriam várias espécies de animais e vegetais.

Os efeitos de uma teórica Verticalização são muito mais dramáticos do que uma Inversão, pois a Verticalização é um processo rápido e que afeta FISICAMENTE a crosta, enquanto que a Inversão é um processo mais lento e que afeta os sistemas naturais que regem a biosfera, sem afeta-la fisicamente, mas de forma indireta.

INVERSÃO magnética e VERTICALIZAÇÃO do Eixo imaginário são coisas diferentes, embora ambos tenham conseqüências nefastas para o homem, para a civilização, para animais e toda a natureza. A verticalização talvez causasse uma inversão, mas não o contrário.

Verticalização é possível ?!

Aqui temos que fazer uma diferenciação fundamental.

O processo não só é possível como é natural (mais abaixo), mas o que denominamos aqui de Verticalização seria a ocorrência brusca do fenônemo.

E parecem haver indícios geológicos de que já ocorreu desta forma, e neste caso, as forças envolvidas estão muito acima da escala humana e jamais foi visto algo parecido.

Para que algo dessa forma ocorra, teria que haver uma redistribuição das próprias forças que regem a harmonia de nosso Mundo e talvez mesmo, dos planetas do Sistema Solar.

Diante disso, uma explicação possível é a introdução de um elemento externo que exerça uma interferência tão grande, a ponto de temporariamente ou definitivamente alterar as forças que regem a harmonia do nosso Sistema Solar. Este novo elemento iria alterar o equilíbrio atual e a natureza buscaria novo equilíbrio, conforme descrito nas Leis de Gravitação de Kepler e Newton. Profeticamente, entende-se que esse elemento externo pode ser um astro intruso, que seria um corpo celeste com grande massa ou pequeno com grande poder de atração magnética (Astro intruso, Hercolubus, Nibirú, Marduk, Planeta X, Absinto, Planeta Chupão, Astro deletério).

Anã-Marrom ?!

Penso que poderia ser uma brow-dwarf, uma Anã-Marrom, um planeta que não é planeta e nem estrela, uma quase-estrela ou proto-estrela. Não se caracteriza pelo tamanho, mas por sua forte atração magnética, já que os processos de reação internos para virar um sol foram iniciados mas não tiveram êxito. São de difícil detecção e para se ter uma idéia, uma anã-marrom com 10 % do tamanho do Sol tem 100 vezes sua densidade.

Se observarmos a descrição sobre o suposto astro intruso, com uma luz avermelhada, a ponto de alguns autores o chamarem de “planeta vermelho”, com brilho próprio e com forte atração magnética, uma anã-marrom torna-se ainda mais factível dentro desta teoria.

As descrições de Nibirú, feitas pelos Sumérios, falam sobre o brilho deste corpo celeste intruso e sugerem que ele podia ser visto mesmo de dia, o que sugere brilho próprio.


FIGURA REPRESENTANDO NIBIRU, constante do Museum
of the Ancient Near East (Vorderasiatisches Museum),
em Berlim.
A imagem foi retirada de um cuneiforme encontrado em Nippur.


“Textos da Mesopotâmia exaltam o brilho do planeta e sugerem que ele podia ser visto mesmo de dia. Um cilindro encontrado em Nippur descreve um grupo de agricultores olhando com temor para o 12º planeta (representado como uma CRUZ), visível nos céus. Os textos da Mesopotâmia falam de um planeta com aparições periódicas, previsíveis e observáveis. Do planeta que se aproxima, era esperado que causasse chuvas e inundações por causa de seu poderoso efeito gravitacional. Assim como os sábios da Mesopotâmia, os profetas hebreus consideravam as épocas de aproximação deste Planeta e sua visibilidade como indícios de Novas Eras para a humanidade.”


Cuneiforme de 2.500 AC, descrevendo nosso Sistema Solar, entre os dois personagens a esquerda da imagem




O detalhe da imagem






Os Sumérios representavam nosso Sistema Solar com 12 corpos celestes : os oito que são considerados Planetas e mais Plutão (recentemente rebaixado), além do Sol, da Lua e Nibirú. Por isso referem-se a Nibirú como o 12º planeta.

Independente de qualquer questionamento sobre se Nibirú existe ou não, intriga o fato de os Sumérios, há 4500 anos atrás, terem conhecimento do modelo Heliocentrista, e de planetas que só foram descobertos recentemente : Urano em 1731, Netuno em 1846 e Plutão em 1930.


Magnetars

Outro tipo de corpo celeste curioso que vale ser comentado é o magnetar, um tipo de estrela de neutron cuja a existência só foi teorizada em 1992. A primeira emissão detectada, porém, ocorreu em 1979, então foram 13 anos entre a primeira ocorrência de detecção, e a primeira teoria para explicar a imensa força magnética registrada.

Um magnetar tem, no mínimo, mil vezes mais campo gravitacional do que uma estrela de neutrons, e esta por sua vez possue um campo grvitacional até 1 bilhão de vezes superior ao da Terra.

Hoje reconhece-se sua existência, e inicialmente considerado uma excentricidade, já admite-se que são comuns, embora pouco se conheça destes estranhos corpos celestes.






Free floating planets


Vale também comentar sobre os chamados “free floating planets" ou “planetas de livre flutuação” ou ainda “planetas errantes”, cujo a confirmação da existência foi realizada em Agosto de 2006, pelo Observatório Europeu Austral, localizado no Chile, e isso nos permite pensar sobre a possibilidade de haverem outros em nosso caminho, inclusive brow-dwarfs.

A própria ciência admite que podem haver muitos dos chamados "planetas sem-teto" por nossa Galáxia.




Mediano da Galáxia

Astronomicamente estamos em um dos "braços" da Via Láctea (o nosso chama-se Orion), girando com todo o conjunto de corpos celestes que existem, mas muitos pensam nesse sistema todo como apenas bi-dimensional e cometem o engano de afirmarem que se tudo se move em conjunto, como se fosse uma espécie de Trem (um atrás do outro) ou disco fonográfico (mantendo sempre suas posições relativas).

O Braço de Orion, na Via Lactea

A Terra e o Sistema Solar movem-se também para cima e para baixo em torno do núcleo central da Via Láctea, e passamos ciclicamente pelo “mediano da Galáxia”, o trecho mais "habitado" da Via Láctea. Esta passagem leva entre 30 e 33 milhões de anos para ser realizada.




Leia sobre a "Roda", em Vaticinia Michaelis Nostradami.


Em Abril de 2007, pesquisadores da Universidade de Kansas (EUA), apresentaram uma teoria a Sociedade de Física Norte-americana, o qual sugere que a passagem da Terra pelo meridiano da Galáxia estaria envolvida com extinções em massa na Terra.

O motivo, segundo esta teoria, seria a intensificação da emissão de raios cósmicos, concentrada no meridiano.




Nuvem de Oort
A passagem de outros corpos celestes afeta gravitacionalmente a Nuvem de Oort, fazendo com que objetos lá localizados sejam “arremessados” contra nosso Sistema Solar. Isso aumenta a possibilidade de mudanças resultantes de choques com outros corpos celestes, e acredita-se que algum dos choques de grandes objetos no passado terrestre deveram-se a isso (a mais conhecida foi há 65 milhões de anos e extinguiu os dinos; a do permiano praticamente acabou com toda a vida na Terra, há 250 milhões de anos).
A preocupação com este tipo de evento é real, e apenas para exemplificar, em Novembro de 2008, um grupo de cientistas pediu que a comunidade internacional desenvolva um mecanismo global para defender o planeta dos possíveis impactos devastadores de meteoritos. Foi elaborado o relatório "Ameaças de asteróides: uma chamada para uma resposta global", pela Associação de Exploradores do Espaço (ASSE, na sigla em inglês) e apresentado à ONU.

Mas devemos considerar também o efeito direto entre grandes corpos celestes, ou ainda um efeito dominó, em que um planeta de nosso Sistema solar seria afetado (efeito gravitacional), desencadeando o reequilíbrio entre os demais corpos celestes, Terra inclusive.
A ciência admite esta possibilidade, através de evidências encontradas em nosso próprio Mundo, por exemplo :

Cientistas encontram sinais de que a Terra "caiu de lado"

Bamboleio da Terra causa extinção de espécies animais


Sabe-se que há alguns movimentos naturais de nosso Mundo que alteram a inclinação do Eixo, mas em níveis mínimos. Os movimentos de Precessão do Equinócio, Nutação, assim como os Ciclos de Milankovitch(tb chamado de Excentricidade de Órbita) são eventos naturais, cíclicos e que alteram a inclinação de nosso Eixo.

A Precessão ocorre a cada 24 mil anos, a Nutação a cada 300 anos, e os Ciclos de Milankovitch a cada 100 mil anos (períodos totais aproximados), sendo que apenas os Ciclos de Milankovitch são associados a mudanças climáticas e com isso, a cliclos de extinções.


Localização da Nuvem de Oort







Enfim, o tema é vasto e merece várias ponderações, havendo também outras possibilidades para este teórico evento chamado Verticalização do Eixo :

- um deslocamento brusco das massas continentais, possivelmente causado por extremo vulcanismo ,devido a um choque com outro corpo celeste de dimensões médias, como um meteoro ou cometa. Este evento produziria ondas de choque que varreriam o manto, e gerando iterremotos e um imenso vulcanismo no ponto antipoda do impacto, ou seja, do outro lado do planeta. A soma de todos os efeitos somados , por sí só devastadores, também poderia alterar o torque de rotação do planeta, trazendo ainda mais problemas.

- alterações na dinâmica do manto por influência externa (particulas ou magnetismo, não por matéria), o que faria o movimento de rotação tornar-se errático. Terremotos e vulcanismo ocorreriam, e o planeta giraria desordenadamente até readquirir novo equilíbrio.


EFEITOS ?!


Como visto há "pontas soltas" cientificamente aceitas e que indicam que uma teoria sobre um corpo celeste intruso vir a causar danos a nosso Mundo, não é de todo absurda. Mas não há, pelo menos ainda, evidências reais deste corpo celeste, a não ser que consideremos as menções sobre ele que os Sumérios deixaram registrados em Cuneiformes intrigantes.



Pessoalmente, o que me levou a ponderar sobre a possibilidade da existência deste corpo celeste são os efeitos descritos em vidências e profecias.

E que efeitos são estes ?

Mudanças geográficas dramáticas como afundamento de Ilhas e de áreas continentais, terras submersas reaparecendo; Terremotos e Maremotos imensos; Estranhos fenômenos astronômicos nunca vistos; Descrição de movimento errático do Planeta; Um Período de uma estranha noite, uma noite (ou eclipse) que apavorará a todos com um período entre três dias e meio (Bíblia) e quatro dias de escuridão (Corão); A Impossibilidade de fuga do fenômeno, O Pavor dos homens e dos animais diante do acontecido; E a Descrição de uma Nova Terra e de um Novo Céu ao final do acontecido (“nova Terra” porque a geografia do planeta irá mudar – “novo céu” porque a Terra, ao recuperar-se o equilíbrio dentro das Leis de gravitação, estará em nova posição com relação ao seu redor – o céu observável mudará). Muitos vão reconhecer um ou mais elementos citados acima em variadas descrições proféticas, mas na verdade todos se referem aos eventos diretos e secundários do teórico processo de verticalização.

Algumas indicações Proféticas (efeitos)

APOCALIPSE
"6:13 e as estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira, sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes. 6:14 E o céu recolheu-se como um livro que se enrola; e todos os montes e ilhas foram removidos dos seus lugares. 6:15 E os reis da terra, e os grandes, e os chefes militares, e os ricos, e os poderosos, e todo escravo, e todo livre, se esconderam nas cavernas e nas rochas das montanhas; 6:16 e diziam aos montes e aos rochedos: Caí sobre nós, e escondei-nos da face daquele que está assentado sobre o trono, e da ira do Cordeiro; 6:17 porque é vindo o grande dia da ira deles; e quem poderá subsistir?
...
11:9 Homens de vários povos, e tribos e línguas, e nações verão os seus corpos por três dias e meio, e não permitirão que sejam sepultados. "

Abaixo, imagens reais do céu, obtidas com a técnica de alta exposição e astrofotografia.
As linhas são as estrelas percorrendo seu "caminho" celeste.
No caso de um movimento muito acelerado de nossa rotação, veríamos o céu de forma
parecida, com estrelas "caindo" e o céu se "enrolando", lembrando ainda que na
época do escrito Bíblico Livros eram Pergaminhos.


".. estrelas do céu caíram sobre a terra, como quando a figueira,
sacudida por um vento forte, deixa cair os seus figos verdes .."

"... E o céu recolheu-se como um livro que se enrola ..."

DANIEL
"12:1 Naquele tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo; e haverá um tempo de tribulação, qual nunca houve, desde que existiu nação até aquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro."

MARCOS

"19 porque naqueles dias haverá uma tribulação tal, qual nunca houve desde o princípio da criação, que Deus criou, até agora, nem jamais haverá. 20 Se o Senhor não abreviasse aqueles dias, ninguém se salvaria mas ele, por causa dos eleitos que escolheu, abreviou aqueles dias.
...
24 Mas naqueles dias, depois daquela tribulação, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz; 25 as estrelas cairão do céu, e os poderes que estão nos céus serão abalados."

"PEQUENOS SINAIS DO QYAMAT", retirado das Hadits do Islã
“Durante o período da prática dos grandes pecados, depois do décimo dia do mês de Zul-Haj, a noite será muito longa, equivalendo a três ou quatro noites. Nessa altura, as crianças tornar-se-ão impacientes e histéricas. Os mais velhos vão grita, chorar e recorrer ao Taubah (arrependimento). Os animais com medo abandonarão o mato vindo para as, cidades e nessa altura, o Sol mudará o seu movimento aparente, e nascerá no Ocidente, como se de um eclipse solar se tratasse, e subira até ao ponto de meio dia. Ao verificarem este fato, todas as criaturas vão chorar, gritar e pedir perdão.”


Trecho de “EPÍSTOLA A HENRIQUE, REI DA FRANÇA II”, de Nostradamus
"...esse acontecimento precederá um eclipse do Sol, o mais escuro e mais tenebroso jamais visto desde a criação do mundo até a morte e paixão de Jesus Cristo, e desde então até agora; depois, no mês de outubro, terá lugar uma grande translação, a tal ponto que todos pensarão que a Terra teria perdido seu movimento natural e estaria mergulhando nas trevas perpétuas."


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Jesus, Yeshua, Iesous



"E vi um novo céu e uma nova terra. Porque já se foram o primeiro céu e a primeira terra, e o mar já não existe. E vi a santa cidade, a nova Jerusalém, que descia do céu da parte de Deus, adereçada como uma noiva ataviada para o seu noivo. E ouvi uma grande voz, vinda do trono, que dizia: Eis que o tabernáculo de Deus está com os homens, pois com eles habitará, e eles serão o seu povo, e Deus mesmo estará com eles. Ele enxugará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem lamento, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas todas as coisas.



E acrescentou: Escreve; porque estas palavras são fiéis e verdadeiras. Disse-me ainda: está cumprido: Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem tiver sede, de graça lhe darei a beber da fonte da água da vida."



(Apocalise 21:1-6)


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AS CRUZES



Para quem não estuda Profecias poderá passar despercebido o fato, mas para aqueles que estudam Profecias principalmente as Cristãs, isso fará sentido.

Existem em algumas profecias cristãs, referências sobre um grande acontecimento que será visto em todas as partes do globo, um sinal inequívoco da mudança planetária que ocorrerá.

Este sinal descrito por profecias cristãs, é comentado algumas vezes como uma enorme cruz no firmamento, e será o motivo de conversão de milhões de pessoas, profeticamente falando, um fato visível em todo o nosso Planeta.




"Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem (a Cruz); e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória."

(Mateus 24:30)




Observem a figura do Cuneiforme de Nippur, mais acima, que mostra exatamente a proximidade de Nibiru evidenciado como uma grande cruz.



Nibirú também foi representado conforme abaixo, e sempre se percebe uma Cruz.












No livro atribuido a Nostradamus chamado Vaticinia Michaelis Nostradami, existem alguns desenhos que possuem uma Roda como figura presente. Segundo especialistas (intérpretes) do Documentário sobre o assunto, produzido pelo History Channel, a roda representa a junção das cruzes mundana e cósmica.

Cruz Mundana  

 
Esta roda surge em algumas gravuras, mas com detalhes ligeiramente diferentes de gravura em gravura. 



A Cruz Divina, originada do centro da Galáxia para a extremidade, sendo completada desde o ponto central do Equador Celeste até o extremo Sul.

Somada aos outros 4 raios da cruz mundana, a da Terra, formada pelos ângulos do Equinócio e do Solstício.

OITO RAIOS, portanto.


Cruz Mundana e Cruz Divina

Então estas gravuras, segundo os interpretes citados, estariam indicando o momento em que tais eventos começariam a se precipitar em um ritmo frenético, e este momento indicado seria o do alinhamento de nosso Sol com o Cento da Galáxia. Embora seja uma teoria interessante, se considerarmos as distâncias, dimensões e períodos de tempo envolvidos, o ideia de um alinhamento perfeito e em um único momento não faz sentido.
 
Ainda assim, compare com uma das representações possíveis para Nibirú, feito pelos Sumérios há 4.500 anos atrás, aproximadamente.



 
E isso, por sua vez, coincide com algumas profecias cristãs e também em algumas mensagens Marianas, sobre um grande acontecimento que será visto em todas as partes do globo, um sinal inequívoco da mudança planetária que ocorrerá.




A BUSCA POR NIBIRU

Você considera que toda esta estória sobre Nibiru é coisa de estudioso de profecia ?
USNavy
Visite o estudo do Dr. Harrington do USNAVY Observatory (Observatório da Marinha do EUA) feito na década de 1980.

Mas não se impressione demais com este estudo, é bem realizado mas eu entrei em contato com o USNO há alguns anos e fui informado de que os dados com os quais o estudo foi realizado são considerados “antigos”, e que “podem” haver outras explicações para as conclusões do Dr. Harrington.

“Fabio:
I'm afraid that this data is no longer "recent". While the residuals in the orbits of Uranus and Neptune *could* be explained by a possible 10th planet, new information indicates that they can also be explained by instrumental errors and other observational factors. Newer techniques for orbit modelling can include chaotic factors that were unknown to Drs. Harrington and van Flandern.
The discovery of the first Kuiper Belt object in the mid-1990's, and the subsequent discovery of what now amounts to some 200 of them, essentially precludes the existence of one large body in this part of the solar system.
For the record, Dr. van Flandern left the USNO in the 1980's, and Dr. Harrington passed away in 1993.
Sincerely,
Geoff Chester
USNO Public Affairs Office”

Embora a resposta mais atual da USNO, isso demonstra que a questão é seriamente estudada, não são apenas “tolos” impressionáveis por profecias que se interessam pelo assunto, e que o Governo do EUA gasta dinheiro com isso.

Carloz Muñoz Ferrada
Muitas vezes já me perguntaram se Hercobulus (ou Nibiru) foi descoberto. Também já lí algumas vezes sobre afirmações de que um suposto corpo celeste intruso teria sido descoberto.

Os primeiros estudos cientificamente devotados a descoberta do suposto astro, que eu tenha conhecimento, foram realizados pelo Dr. Carlos Muñoz Ferrada, renomado astrônomo Chileno radicado em El Salvador, que ainda na década de 1940, afirmava que este corpo celeste existia além de Plutão. Segundo Muñoz, ele teria descoberto o astro através de observações indiretas e calculos matemáticos.

Ele o chamava de "planeta-cometa", segundo ele, devido a órbita excêntrica do suposto corpo celeste.

Cabe lembrar que Plutão foi descoberto fazia apenas uma década naquele ano, e nada se sabia sobre corpos celestes além de Plutão. Então Carlos Muñoz foi um visionário de certa forma, ao prever corretamente que além de Plutão haviam outros corpos celestes de grandes dimensões.

Hoje conhecemos Sedna e outros objetos além de Plutão, mais ainda sabemos muito pouco sobre eles.

O primeiro anúncio "OFICIAL" de que o teórico corpo celeste intruso estaria vindo em nossa direção, foi realizado por Munõz em 1947/1948, afirmando que o objeto seria visível por telescópios por volta de 1990.

Em 1988 Munõz previu a chegada deste objeto próximo a Terra por volta de 1999, e finalmente em 1993 foi publicado um artigo em alguns Jornais em que Muñoz reafirmava o fato.

O Jornal Listin Diário foi um dos primeiros, talvez mesmo o primeiro, a dar destaque a questão.

Esta matéria, assim como algumas outras afirmações de Muñoz, são consideradas como uma comprovação de que o suposto corpo celeste existe. Seja por desconhecimento, tendenciosidade ou por falta de aprofundamento na questão, há várias réplicas parciais com transcrições de afirmações de Muñoz e do conteúdo abaixo, e isso realimenta a "lenda" de que o objeto já foi descoberto.

Mas na verdade, a busca permanece !!


Cópia da Matéria de 1993, dando o (falso) anúncio da
descoberta de Hercólubus


Como se vê, embora Muñoz tenha realizado acertos e teorizações brilhantes, cometeu erros ao afirmar que este objeto seria visível por volta de 1990, e que chegaria até nós por volta de 1999.

O Dr. Carlos Muñoz Ferrada faleceu em Outubro de 2001.




Links


Na página http://adsabs.harvard.edu/abs/1988AJ.....96.1476H você achará a opção "Find Similar Abstracts", logo acima-esquerda do site. Clique e verá dentre outros assuntos, estudos que falam diretamente sobre o teórico planeta X, e soure outros corpos celestes de forte força gravitacional e/ou de grande massa, assim como tais objetos podem influenciar outros.


Exatamente o que o teórico Nibirú seria ou exerceria. Use a Opção "Sort" para organizar, e Boa Pesquisa.



Não deixe de ler Escala Torino e Imagens, Dimensões e Distâncias do Universo conhecido.




M U I T O       I M P O R T A N T E 



As informações acima NÃO REFLETEM adequadamente os aspectos Religiosos, Morais e Proféticos da Segunda vinda de Jesus, mas buscam explicar a pálida luz de nossa ciência, como alguns eventos cientificamente aceitos poderiam se encaixar nas mudanças geofísicas profetizadas.

Portanto não são explicações que abrangem a totalidade da questão, mas apenas um de seus aspectos.





(clique nas imagens do Blog para amplia-las)

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